Ao contrário de algumas imitações, a Cooper produz o legítimo requeijão
Sob o título “O requeijão que não é requeijão”, a Veja, maior revista semanal do país, mostrou em sua edição de 27 de outubro que o consumidor brasileiro está comprando “gato por lebre”. Diz a revista que, depois de imitar queijos estrangeiros, como o gorgonzola e o emmental, a indústria láctea nacional agora está fazendo um genérico do brasileiríssimo requeijão.
Por ordem do Governo, que proibiu o uso do nome requeijão, o novo produto passou a ser chamado de “especialidade láctea à base de requeijão”. Mas a indústria chiou e acabou conseguindo: vai voltar a usar a denominação original.
Quem sai perdendo com isso é o consumidor, que estará comprando uma imitação do requeijão. O produto leva maisena e gordura vegetal na formulação, artifícios que servem para barateá-lo.
Como este não é o caso do Requeijão Cremoso Cooper, em breve estará em exibição em alguns pontos-de-venda um banner com os seguintes dizeres: “Requeijão Cremoso Cooper: o requeijão que é requeijão”. A promoção se justifica porque o requeijão produzido pela Cooper atende todos os requisitos necessários para ser enquadrado pelo Ministério da Agricultura como um legítimo requeijão.
Portanto, seja um divulgador desta diferença fundamental que a Cooper apresenta em relação a algumas das marcas mais tradicionais do mercado: a Cooper produz o requeijão que é requeijão!
VEJA COMO É PRODUZIDO O REQUEIJÃO CREMOSO COOPER
Um dos derivados do leite produzidos pela Cooper é o Requeijão Cremoso Cooper, um produto saboroso, rico em cálcio e proteínas. Elaborado a partir de massa fresca, obtida por acidificação natural do leite desnatado, o requeijão pode ser considerado um tipo de queijo fundido cremoso. Vai muito bem com pães, bolachas e no preparo de receitas culinárias.
No processo de fabricação, o requeijão cremoso tem uma peculiaridade. Depois de pronta, a massa vai para a embalagem ainda quente e precisa ser resfriada durante dois dias antes de seguir para o comércio.
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